Meditação – Semana 5

por Hugo

Quando entrei em contato com a ideia de meditação, há alguns anos, percebi que existiam, mais ou menos, três tipos diferentes: as práticas que pediam uma sequência de imaginação e visualização de energias ou mesmo cenários mentais; as que pediam o foco em uma coisa, seja um sentimento, um lema, uma ideia geral, um movimento ou um objeto; e as que pediam o esvaziamento da mente.

Das três espécies, o tipo mais difícil era o último. Pacificar a mente a ponto de esvaziá-la é uma tarefa extremamente complicada para quem está habituado à interação permanente com informações de diversas fontes simultâneas – conversas, música, celular, computador, televisão, um artigo em um jornal ou em um blog, etc.

Somente quando você começa a praticar diariamente a observação dos pensamentos, consegue perceber que aquela visualização que você achava bem melhor e mais fácil, na verdade, era bastante falha: o tempo todo a sua mente se distraía e vazava energia para assuntos não-relacionados, enfraquecendo a potência do exercício.

Agora, depois de mais de um mês de meditação diária, é possível perceber os primeiros efeitos práticos por todo o dia. Eu sinto mais facilidade em me concentrar nas tarefas do dia, mais força de vontade para executá-las e menos apego ao resultado das ações. Não, não sou Buddha algum, mas agora existem momentos do dia em que eu consigo simplesmente respirar e me sentir tranquilo.

Dias de meditação: 7
Dias sem meditação: 0
Tempo médio de meditação [total]: 4 minutos e 17 segundos

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