Convict Conditioning – Dia 64

por Hugo

Começando a décima semana de treino de Convict Conditioning, a segunda-feira me deixou um pouco apreensivo. O treinamento anterior foi a primeira vez em que não consegui cumprir o planejado e avancei menos do que imaginara. Reagindo a essa nova condição, resolvi reduzir a progressão e ir com mais calma e esse dia é o primeiro teste deste novo caminho.

Pushup
Step 02: Incline Pushup
1 set of 30; 2 sets of 25
Um pouco de cansaço nos braços no primeiro set, possivelmente por conta do esforço físico do dia anterior; segundo set regular, com mais cansaço nos braços; bastante cansaço na segunda metade do terceiro set, mas sem exaustão no final.

Como as últimas repetições da terceira série na semana passada tinham sido questionáveis, com o corpo bastante trêmulo e sob grande risco de exaustão, resolvi avançar com bastante calma. Adicionei somente cinco repetições à primeira série e uma à última. Mesmo com um pouco de medo, fiz as duas primeiras séries com surpreendente constância. Claro, os braços estavam se cansando, mas menos do que eu esperaria para 55 repetições.

Terminei a última série de 25 repetições com cansaço significativo, mas senti que conseguiria até completar mais cinco repetições. Testei mais uma flexão inclinada, mas resolvi me ater ao programado e não forçar além da conta, só para satisfazer uma necessidade imaginária de correr até a progressão e terminar sem conseguir levantar o braço para escovar os dentes na terça de manhã.

Leg Raise
Step 02: Flat Knee Raise
2 sets of 15
Primeiro set com alguma facilidade, ainda difícil determinar bem quão próximos do chão estão os pés; segundo set com mais cansaço no abdômen, especialmente na metade inferior.

O patamar iniciante da “elevação com o joelho a 90º”, ou “Flat Knee Raise”, é de uma série com 10 repetições. Fiz alguns testes durante a semana anterior e percebi que conseguiria me aproximar bastante do patamar intermediário, que é de duas séries com 20 repetições, mas não quis exagerar e arriscar uma dor muscular no abdômen, que seria uma temeridade.

Achei que seria mais difícil manter as pernas em ângulo de 90º, mas foi fácil pegar o jeito. Sair da posição inicial para a final, com as coxas perpendiculares com o chão, quase não exige esforço. A dificuldade aparece na hora de descer as pernas e mantê-las a 90º, ao mesmo tempo em que se deve aproximar os pés do chão, sem tocá-lo! O abdômen se contrai bastante com o esforço e é fácil perceber que toda a região é trabalhada.

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